A Câmara analisa projeto que torna crime dirigir sob a influência de qualquer concentração de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência. Atualmente, o condutor deve apresentar pelo menos 6 decigramas de álcool por litro de sangue para que fique configurada a infração.
O número de atendimentos em hospitais públicos do estado, decorrentes de acidentes de trânsito, caiu no mês de dezembro, em relação ao ano anterior, segundo levantamento realizado pela Secretaria Estadual de Saúde. No Hospital da Restauração, a queda foi de 25%, enquanto no Getúlio Vargas, o movimento foi 60% menor. De acordo com o estudo, o principal motivador deste quadro foi o uso preventivo promovido pela Operação Lei Seca. “Sem dúvida, podemos associar essa queda a uma maior fiscalização da direção sob o efeito de álcool. Tivemos, com isso, um período de Natal e Ano Novo bem mais tranqüilo em nossa emergência, o que resulta também em um melhor atendimento aos pacientes que estão internados”, explica o diretor do Getúlio Vargas, o cirurgião-geral Roberto Cruz.
Foi publicado no Diário Oficial da União nº 245, seção 1, em 22 de dezembro/2011 a Portaria nº 3023, de 21 de dezembro de 2011 que autoriza repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, do Distrito Federal e Municipais de Capitais, por meio do Piso Variável de Vigilância e Promoção da Saúde, para implantação, Implementação de Política de Promoção da Saúde na ampliação e sustentabilidade das ações do Projeto Vida no Trânsito.
No último ano atingimos mais um recorde histórico no Brasil. Os acidentes de trânsito em estradas, ruas e avenidas deixaram cerca de 40 mil mortos em todo país, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal. Trata-se do maior número de mortes registrado pelo Ministério da Saúde nos últimos quinze anos por causas não naturais.
Enquadrar acidentes de trânsito, ocasionados por motoristas embriagados, no crime de homicídio doloso – quando há intenção de matar–, é o principal desafio da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, relançada nesta quarta-feira (6) na Câmara dos Deputados.

A Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro foi relançada nesta quarta-feira (6), no auditório Nereu Ramos, com uma meta: reduzir pela metade o número de acidentes com mortes até 2020, por meio de mudanças na legislação e da fiscalização dos investimentos públicos na área. Esse número foi de 40 mil no ano passado, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal.
Paula Sarapu e Pedro Rocha Franco
Delegação vai ao estado vizinho conhecer a política de tolerância zero, que não admite carteiradas, mantém operações constantes e conseguiu derrubar os números da violência no trânsito. Ordem do governo é aproveitar experiências bem-sucedidas
O poder civilizador da Lei Seca, posto à prova no Rio, ainda é uma miragem para os gaúchos, apesar de todo o alarde criado em junho de 2008, quando as normas entraram em vigor em todo o país. Os dados divulgados pelas autoridades de segurança fluminenses são constrangedores para o Rio Grande do Sul. Por que aquele Estado, sob o estigma de uma violência que parecia incontrolável, conseguiu reduzir índices de acidentes de trânsito, de furtos e roubos de carros e de outros delitos graças à aplicação rigorosa da lei, combinada com outras ações, e o Rio Grande do Sul pouco ou nada faz nesse sentido? Estatísticas recentes mostram como os fluminenses tornaram palpáveis os efeitos da lei, com repercussão na vida cotidiana e na economia.
Bruno Rosa e Vera Araújo
Com UPP e Lei Seca, apólice de carro fica até 37% mais barata
Os preços dos seguros de carros na Região Metropolitana do Rio caíram em média 15,7% em 2010, de acordo com levantamento feito pelo Sindicato das Seguradoras do Rio. Em alguns casos, o valor está até 37% menor na cidade. Mas em Duque de Caxias houve queda de até 38%. Segundo analistas, os motivos são a implantação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e a repressão a roubos e furtos de automóveis, além da implantação da Lei Seca. Dados do IBGE confirmam o estudo e apontam recuo de 12,6% na apólice paga pelos cariocas no ano passado em relação a 2009. O número ficou bem acima da média nacional, que registrou retração de 3,53%.
O atual Diretor-Geral da Polícia Rodoviária Federal, Hélio Cardoso Derenne, completou ontem, dia 3 de fevereiro, a marca histórica de um milhão de acidentes à frente da instituição.
Desde a sua posse do atual Diretor, dia 16 de abril de 2003 até ontem (03) a PRF contabilizou 1.000.729 acidentes, com 52.183 mortes e 579.153 feridos. Os números impressionam não somente pela sua magnitude, mas por serem frutos de uma das mais antigas administrações no governo federal, que conta com mais de 91% (noventa e um por cento) de rejeição do efetivo, segundo pesquisa realizada pela Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais.
A motorista de taxi Maria Helena Rodrigues, fica 12 horas por dia atrás do volante e não se irrita mesmo no trânsito da cidade.
A motorista declara que as pessoas deveriam ter mais respeito e brigar menos no trânsito.
Veja o vídeo da matéria clicando AQUI
NOTA: O cansaço, uma das principais causas de acidentes com motoristas profissionais – principalmente de caminhões e ônibus interestaduais de passageiros- tem efeitos semelhantes ao da bebida. Compromete o reflexo, a coordenação motora e a visão. E, diferente da alcoolemia, não há como “medir” o grau de contaminação.
Baixo número de policiais rodoviários é apontado como principal motivo. Se há mais fiscalização, ocorrências tendem a cair
Entre 2008 e 2010, 45% das multas por rachas aplicadas a motoristas nas BRs em todo o Brasil foram emitidas em Santa Catarina — 143 das 326 autuações registradas. Apesar de ser a 14ª maior malha rodoviária do pais, o Estado lidera a estatística da Polícia Rodoviária Federal, à frente de Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás.
Promotoria quer saber se precariedade da rodovia contribuiu para acidente que matou cinco pessoas.
O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício, ontem, ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e à Polícia Militar Rodoviária (PMRv), ordenando que o órgão corrija as imperfeições ao longo do Anel Rodoviário. A exigência foi feita com base no relatório da própria PMRv, feito entre 2004 e 2010, que apontou que as deficiências na pista contribuíram para grande parte dos desastres na rodovia. O levantamento da polícia ressaltou, no entanto, que 89,6% das ocorrências na via no período foram motivadas por falha humana.
Em outros artigos já trouxe números aterradores sobre as estatísticas dos acidentes de trânsito em nosso país. Para comprovar tais números, basta ver os noticiários pois sempre trazem notícias de acidentes de trânsito e suas consequente vítimas fatais ou não.
Novas vítimas do golpe do pagamento do Seguro Obrigatório de Veículos procuraram a polícia em JF
A Polícia Civil instaurou dois novos inquéritos no caso do golpe do pagamento do Seguro Obrigatório de Veículos (DPVAT) em Juiz de Fora. Segundo o delegado Rodolfo Rolli, duas novas vítimas procuraram a polícia para declarar que também não receberam o dinheiro do seguro obrigatório.
Há dez dias, a polícia investiga um grupo de advogados suspeito de ficar com o dinheiro das indenizações. Até o momento, 50 vítimas já fizeram Boletim de Ocorrência.
Pelo menos 99% dos donos de veículos de São Paulo que têm a carta de motorista suspensa por excesso de multas continuam dirigindo, segundo estimativas de advogados e empresas especializadas em legislação de trânsito. Um dos motivos é a falta de controle de quantos condutores se apresentam para entregar o documento quando notificados por atingir 20 ou mais pontos na carteira.
Número de indenizações por acidente com moto cresceu no País
Acidentes com motos representaram 60,7% das indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório em 2010, que somaram R$ 2,028 bilhões. Foi o percentual mais alto dos últimos cinco anos, considerando dados da Seguradora Líder, que administra o DPVAT.
No ano passado, foram aceitos 153.341 pedidos de indenização por acidentes envolvendo esse tipo de veículo, que representa 26,3% da frota nacional. Para vítimas de acidentes com automóveis houve 78.322 indenizações, 31% dos 252.351 pagamentos no ano.Acidentes com motos representaram 60,7% das indenizações pagas pelo Seguro Obrigatório em 2010, que somaram R$ 2,028 bilhões. Foi o percentual mais alto dos últimos cinco anos, considerando dados da Seguradora Líder, que administra o DPVAT.

Mara Gabrilli (PSDB) completou o quadro dos 513 deputados federais que cumprirão o mandato de 2011-2015. A tucana, eleita com 160.138 votos, é uma das 45 mulheres a compor o quadro feminino da Câmara Federal. Além dela, Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e Walter Costa (PMN-MG) são os outros dois deputados cadeirantes eleitos em outubro do ano passado.
Os dados sobre flagrantes por embriaguez no trânsito do Estado são assustadores, mesmo que certamente não reflitam a realidade nas ruas e estradas. Conforme a Brigada Militar, a Polícia Rodoviá- ria Federal e a EPTC, 4.083 motoristas foram autuados no ano passado por dirigirem alcoo-lizados. O número representa um aumento de 19% em relação a 2009, mas não leva em conta autuações em cidades do Interior. O que está evidente nessa estatística é o expressivo contraste das infrações registradas nas estradas em confronto com as das ruas da Capital, o que denuncia claramente uma fiscalização deficiente em Porto Alegre.
MP dá ultimato aos infratores Motoristas gaúchos que ainda não entregaram suas carteiras de habilitação suspensas por somarem 20 pontos ou mais ou por infração com previsão legal de suspensão, conforme determina a lei, poderão ser denunciados por desobediência e violação do Código de Trânsito Brasileiro e até ser presos.
No réveillon, foram registrados 106 mortos. Já no Natal, ocorreram 117. Em Minas Gerais ocorreram mais acidentes e óbitos.
O número de mortos em acidentes de trânsito nas rodovias federais no feriado de Ano Novo foi 9% menor em relação ao Natal, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgados nesta segunda-feira (3).
Durante a comemoração de réveillon, entre 0h do dia 31 de dezembro e 23h59 do dia 2 de janeiro, foram registrados 1.844 acidentes, com 106 mortos e 1.294 feridos nas rodovias federais pelo país. Já durante o Natal, entre 0h do dia 24 e 23h59 do dia 26 de dezembro, a PRF registrou 117 mortos e 1.361 feridos em 1.884 acidentes ocorridos nas estradas federais.
O número de mortes em acidentes nas estradas estaduais de São Paulo no feriado de Ano Novo aumentou 92% em relação a 2009 e chegou a 40.
De acordo com um balanço divulgado na manhã desta segunda-feira pela PRE (Polícia Rodoviária Estadual), entre quinta-feira (30) e o fim da noite de domingo (2) aconteceram 1.109 acidentes, um aumento de 11% em comparação a 2009. Houve 673 feridos, um crescimento de 14%.
De acordo com a tenente Fabiana Peni, o motivo da escalada da violência no trânsito foi a desatenção dos motoristas em ultrapassagens.
A Polícia Rodoviária alerta: todo cuidado é pouco na hora de pegar a estrada. Isto porque a imprudência é a responsável pela maioria dos acidentes. E não é difícil registrar flagrantes de motoristas que arriscam a própria vida e a dos outros.
Um carro, aparentemente estragado, para no acostamento da rodovia. O motorista não liga o pisca-alerta e nem coloca o triângulo de sinalização.
Levantamento indica que acidentes devem gerar custo de R$ 140 bilhões
Nos próximos quatro anos, o trânsito no Brasil vai deixar 150 mil mortos e 500 mil feridos graves, segundo indica projeção do movimento Chega de Acidentes, que reúne ONGs e empresas. A estimativa levou em conta o crescimento populacional, da frota de veículos e a projeção dos atuais índices de violência no trânsito.
Os acidentes devem gerar ao país, até 2014, custo de R$ 140 bilhões em resgate, tratamento e perda de produção das vítimas. O valor daria para construir ao menos quatro trens-balas nos moldes do que vai ligar o Rio de Janeiro a São Paulo, considerando o custo de R$ 33,1 bilhões estimado pelo Tribunal de Contas da União.


Motoqueiro se arrisca ao tentar cruzar a rodovia Niterói-Manilha, altura da praça do pedágio, em Itaboraí, com duas crianças e uma mulher na garupa
No segundo dia de 2011, alguns motoristas deram péssimo exemplo ao retornarem para casa pelas estradas do Rio após as festas de fim de ano.Foram muitos os casos de bandalhas, abusos e manobras arriscadas ao volante. Houve engarrafamento em todas as principais vias de acesso ao estado, principalmente a partir do fim da tarde deste domingo. Repórteres do GLOBO flagraram o momento em que um motociclista cometia diversas irregularidades ao tentar driblar o pedágio na Rodovia Niterói-Manilha (BR-101).
Grecianny Cordeiro - Promotora de Justiça
Dirigir embriagado é crime previsto no art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro, com pena prevista entre o mínimo de 6 (seis) meses e o máximo de 3 (três) anos de detenção, além de aplicação de multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor.
Levantamento produzido por zerohora.com mostra que uma entre cada cinco vítimas de trânsito neste ano é jovem entre 18 e 24 anosO ano de 2010 terminará como um dos mais violentos da história do trânsito no Rio Grande do Sul. Levantamento de zerohora.com, feito a partir de reportagens do Grupo RBS e informações do Detran, mostra que mais de 1.650 pessoas perderam a vida em acidentes no Estado desde o início do ano. Isso representa quase 200 mortes a mais do que as registradas em 2009.
Uma entre cada cinco mortes registradas no Rio Grande do Sul é de jovens que têm entre 18 e 24 anos
Apaixonado por carros, o jovem guia turístico Andrigo Ribeiro Vargas, 22 anos, representa o perfil mais comum das vítimas do trânsito gaúcho em 2010. Uma entre cada cinco mortes registradas no Rio Grande do Sul é de jovens que têm entre 18 e 24 anos de idade*. Andrigo perdeu a vida na Avenida Alberto Bins, em Porto Alegre. Ele dirigia um Ford Fusion quando colidiu contra um poste e morreu no local.
Os acidentes de trabalho de trajeto, que acontecem no percurso casa-trabalho-casa, tiveram elevação de 0,8% em 2009, na comparação com 2008. O aumento chama a atenção, porque o número total de acidentes de trabalho, levando em conta todos os tipos de ocorrências, recuou 4,3% no mesmo período. Todas as demais classificações por tipo de acidente - os considerados típicos dos ambientes de trabalho e as doenças profissionais, por exemplo - tiveram redução. Os dados são do Ministério da Previdência Social.
Presidente da Frente Parlamentar do Trânsito Seguro, o deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS) lamentou o trágico balanço divulgado pelo Polícia Rodoviária Federal (PRF) de acidentes e mortos nas rodovias federais do país. Segundo a PRF, entre sexta-feira (24) e domingo (26) foram registradas 117 mortes em rodovias federais e 1.884 acidentes com 1361 feridos.
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| A BANALIDADE DA VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO E O DISCURSO PÓS-MORTE |
Aceitar que a violência possa ser um fato normal é uma tentativa de diluir o terror que ela provoca, de se submeter aos seus efeitos. A barbárie e o terror se manifestam de várias formas. Uma delas é forma como são apresentados os fatos. Uma série de justificativas infundadas e espetaculares que impossibilitam a capacidade de apreensão e de reflexão sobre os acontecimentos é o dado concreto do discurso que banaliza a violência. |
| PROGRAMA “PARE NA FAIXA” : PERCEPÇÕES E REPRESENTAÇÕES. |
As ruas e as vias públicas são espaços destinados à circulação, movimentação e deslocamentos de pessoas, veículos e animais. A ocupação desses espaços sempre se deu de modo desigual entre os seus usuários. Tradicionalmente, o trânsito é organizado em função dos automóveis. O pedestre, nesse aspecto, é sempre relegado a planos inferiores. As políticas públicas de trânsito raramente contemplam agentes mais vulneráveis como pedestres e ciclistas. O corre-corre diário das pessoas e veículos nas ruas das cidades é grande. O trânsito é violento e mata, principalmente, pedestre. |
| Trânsito para a morte |
Comemora-se no domingo, 21 de novembro, o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito. No Brasil, a violência automotorizada ceifa, por ano, 37 mil vidas e causa lesões em outras 120 mil pessoas, a maioria condenada à invalidez (dados Ipea/Denatran/ANTP). |
| Sugestão para os candidatos |
Todo candidato a algum cargo político nessa época de eleição começa a fazer as mesmas coisas de sempre: pega criancinha no colo, anda de transporte público, caminha pelas ruas dos municípios em que esta de olho nos votos e todo tipo de coisa que esquece logo no próximo dia a realização das eleições, ganhando ou não. |